28 de abril de 2016



E a vontade de escrever a inquieta... A muito a pena de seu livro jaz adormecida, distanciada que está de suas cores íntimas... Porém naquela noite ela caminha,  de um lado a outro sem conseguir resistir ao doce impetuo de escrever... Senta olha a pena, pensa, sente e se entrega... Simplesmente rasga o verbo naquelas páginas colocando suas angustias, medos e aflições... Mas também, dentro das palavras às vezes tão torturosas  há poesia, magia e afeição... Olha para sua obra, como quem admira o rosto de algum namorado... Não condena e nem sorri apenas constata que ali há uma parte de si....

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